Aula 1:


RELATÓRIO A3

Anteriormente, aprendemos a enxergar os desperdícios existentes em um ambiente educacional e a empregar as ferramentas responsáveis pela coleta de dados e os recursos utilizados no ambiente educacional. Como vimos, é necessário coletar os dados, identificar e entender os principais desperdícios para realizar uma investigação adequada e tomar as devidas ações para eliminá-los.

Agora, iremos aprender como desenvolver uma análise aprofundada desses desperdícios e como identificar e propor soluções viáveis para a eliminação desses problemas.

Vamos lá?​​​

RELATÓRIO A3

Ao fazer uma análise de problemas, é preciso possuir um método estruturado para a identificação e a solução das possíveis causas raízes desses problemas.

No Lean, a metodologia denominada Relatório A3, conhecida também como A3 Report, é empregada para análise e solução de problemas e consiste em uma folha de tamanho A3 (297 mm x 420 mm), dividida em tópicos, baseados no ciclo PDCA. Nessa ferramenta, temos a descrição do problema, como ele será resolvido (plano de ação) e se as ações de melhorias foram implementadas (acompanhamento), conforme o exemplo a seguir.

​​​Como é possível observar, o processo de análise e solução de problemas segue a lógica de um funil. No início, temos diversos problemas que, após passar por uma seleção estruturada, resultarão nas possíveis causas raízes. Elas nos permitirão listar contramedidas (eliminação dos efeitos) e ações corretivas (eliminação das causas) adequadas.

Portanto, o Relatório A3 é a ferramenta adequada para apresentar, de modo sintetizado e organizado, a solução encontrada para o problema.

Para elaborar o Relatório A3, é fundamental listar com a equipe os problemas que serão priorizados, de maneira a concentrar os esforços e não gerar expectativas desnecessárias nos envolvidos no projeto. Para cada problema selecionado, você deve criar um Relatório A3. Ao priorizar os problemas, tome como base o prazo de resolução, o impacto para o processo de aprendizado e o custo para implantação.

Você sabia que, no Japão, as informações contidas no Relatório A3 são levadas tão a sério que o gestor da área em questão assina o relatório e o deixa exposto no setor?

Fonte: OLIVEIRA, Fabio Augusto Ribeiro de [et.al.], disponível em: http://revista.unisal.br/lo/index.php/reget/article/download/166/143/0.

Vamos estudar, agora, os tópicos que compõem o Relatório A3.

Descrição do problema

A descrição do problema no A3 deve ser feita, em termos gerais, destacando:

A diferença entre o estado atual e o estado futuro desejado (em termos quantitativos)

Os desperdícios identificados e o local onde ocorrem

Devemos utilizar uma linguagem clara e de fácil compreensão e, se necessário, imagens (gráficos, tabelas, fotos, etc.) que facilitem a compreensão do problema e que auxilie você na formulação das ações e contramedidas.

Uma ferramenta da qualidade que pode nos ajudar neste momento é o Gráfico de Pareto que estudado anteriormente. Trata-se de um gráfico de barras descendentes que relaciona as causas com a frequência do problema.

Ishikawa: Potenciais causas raízes

Outra ferramenta que vimos no início dos nossos estudos é o Diagrama de Causa e Efeito (ou Diagrama de Ishikawa) que relaciona grupos de causas a um respectivo efeito (problema) numa estrutura gráfica que se assemelha a uma espinha de peixe.

Mas, o que é uma causa e o que é um efeito num ambiente educacional? Vamos conhecer!

Imagine que, em um laboratório de informática, dois alunos estão resolvendo uma situação de aprendizagem quando o computador apresenta uma falha inesperada e desliga. Sem conseguir religá-lo, eles chamam o docente para auxiliá-los e descobrem que houve uma ruptura no cabo de alimentação de energia do computador, que provocou a falha.

Podemos listar os grupos de causas que compõem o Diagrama de Ishikawa:

Mas, como determinar essas causas? Você terá auxílio de mais uma ferramenta da qualidade, amplamente utilizada no meio empresarial: o Brainstorming ou, em português, tempestade de ideias que consiste na reunião de um grupo de pessoas em torno de um problema conhecido para descrever as possíveis causas que levam a ele. ​​​

Na realização do Brainstorming foque no problema e em suas causas, sem necessidade de lamentar-se ou procurar por culpados, mas, sim, em solucioná-lo.

Com as causas já listadas, vamos para a parte mais interessante de uma análise e solução de problemas: a definição da causa raiz mais provável. Vamos lá!

Causa raiz mais provável

Neste momento, deve ser definida qual a causa raiz contribui, efetivamente, para a ocorrência de um dado problema. Mas, no meio de tantas causas levantadas no Brainstorming e listadas no Diagrama de Ishikawa, como vamos selecionar as causas mais prováveis?

Um boa opção é utilizar os 5 Porquês que estudamos anteriormente. Desta forma, devemos perguntar sucessivamente o motivo da ocorrência de uma causa.

A resposta para o último "porquê" é uma das prováveis causas raízes de nosso problema, pelo motivo de que cada uma das perguntas podem ter mais de uma resposta. No exemplo, o fato de o aluno perder muito tempo com o deslocamento excessivo na busca do ferramenta se deve a uma convenção baseada na segurança do patrimônio e organização, ou seja, partiu do pressuposto de que guardar tudo seria o ideal, sem levar em consideração outros aspectos.

Aplicada devidamente a ferramenta dos 5 Porquês, vamos à proposição de contramedidas e ações de melhoria para solução de problemas.

Contramedidas: ações de melhoria

Chegamos a um momento importante da nossa análise e solução de problemas: propor contramedidas e ações de melhoria.

Para isso, devemos utilizar o brainstorming para propor ações de melhoria, de modo que as soluções sejam filtradas posteriormente. Com as propostas listadas, é hora de separar as que serão executadas das que não serão aproveitadas para o momento.

Com as contramedidas e as ações já determinadas, é hora de definir quem vai fazer o quê, quando, onde. Devemos elaborar um plano de ação.

Plano de ação

Tendo em mãos as ações de melhoria para nossas possíveis causas raízes, como iremos transformá-las em um plano estruturado, com prazo, custo e responsabilidades claramente definidas?

Para isso, utilizamos a ferramenta 5W2H. Ela consiste na aplicação de sete perguntas consecutivas que delimitam ações a serem implementadas, permitindo planejarmos todos os recursos necessários a sua execução.

Dentro de cada plano, estabeleça ações referentes aos períodos de Kaizen, pré e pós-Kaizen, sinalizando cada fase com cores/formas diferentes para facilitar a gestão.

5W

2H

Observe que as perguntas listadas se referem aos tópicos básicos para o planejamento e a execução adequados de uma ação, de modo a delimitar responsável, prazo, local, motivo, modo e custo associados à atividade.

Padronização

A padronização é um elemento muito importante no contexto do Lean Educacional. Quando deixada de lado, contribui com a famosa expressão “voos de galinha”, ou seja, melhorias pontuais que geram um resultado momentâneo, mas que não se sustentam ao longo de um período.

Aqui, você deve listar ações e métodos que sustentarão os benefícios a serem executados para garantir a efetividade das ações de melhoria. Veja alguns dos benefícios da padronização:

Pronto! Relatório A3 preenchido com as ações e métodos. Agora é hora de vermos algumas ferramentas Lean que servirão para a melhoria dos processos de aprendizagem.

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP)

Estabelecer um padrão é fundamental para consolidar qualquer melhoria em um processo. Imagine a seguinte situação:

Na pizzaria Bella Pasta, Juliana solicitou duas pizzas de calabresa. Como o estabelecimento estava com demanda alta, foi necessário dividir o pedido entre os dois pizzaiolos da casa: Arnaldo e Roberto. Os dois foram contratados recentemente e, enquanto Arnaldo já tem 10 anos de experiência na função, Roberto havia acabado de se formar.

Os ingredientes estavam dispostos numa bancada, bem como todos os utensílios comumente utilizados. Mas, mesmo com tudo isso, como garantir que as pizzas tenham características semelhantes e não destoem em seu sabor? Existe o risco de uma pizza sair mais salgada do que a outra ou com sua massa mais crua?

Percebeu a importância de seguir um padrão? As condições devem ser estabelecidas e cumpridas para que os resultados possam ser alcançados.

No Lean, o Procedimento Operacional Padrão (POP) consiste não em um pilar, mas na base da metodologia, uma vez que ele reduz a variabilidade do processo.

Ele é uma referência visual e documentada. Define e organiza o trabalho do aluno de modo a maximizar o aprendizado pela priorização de atividades que lhe agregam valor, descrevendo uma espécie de passo a passo de execução de uma determinada tarefa. O POP pode ser utilizado como referência na execução das práticas nos laboratórios, verificando se os alunos estão realizando as tarefas como esperado. A distorção entre o planejado e o executado indica a presença de atividades que não estão agregando valor ao aprendizado do aluno. Vamos ver um exemplo:

Imagine que uma turma de vinte alunos está realizando uma tarefa envolvendo o processo de soldagem GMAW10 (semiautomático) que exige uma série de ajustes e regulagens no equipamento. Pensando no melhor aproveitamento dos alunos, o docente planejou uma aula teórica para desenvolver com a turma todo o passo a passo de como executar as tarefas de acordo com os requisitos de qualidade e tempos requeridos. Ao colocar esse procedimento operacional padrão em prática, a turma conseguiu executar a tarefa de modo satisfatório com a aquisição das competências requeridas para a ocupação.

Na figura a seguir, podemos observar um modelo POP no ambiente educacional.

Fonte: SENAI/MG, 2018.

Muito interessante essa perspectiva sobre o POP, não é? Agora vamos ver outra ferramenta Lean aplicada ao ambiente educacional.

TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS (TRF)

Na economia atual, é comum afirmar que o cliente é quem manda, de modo que ele determina o quanto quer pagar e o prazo. Isso requer, por parte das empresas, capacidade de se adaptarem a diversas demandas, fornecimento de diferentes produtos e serviços, exigindo a flexibilidade dos recursos envolvidos.

Uma forma de aumentar a flexibilidade de recursos é reduzir os tempos de troca de ferramentas e dispositivos e a preparação e ajustes de recursos envolvidos no processo. O tempo destinado a essas atividades é denominado setup que pode ser definido como:

tempo entre a produção de uma última peça boa de um tipo A e a primeira peça boa de um tipo B.

Vamos aprender como aplicar a TRF na prática? Confira esse artigo disponível em http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2008_tn_stp_069_490_11942.pdf

Para as reduções dos tempos de setup, utilizamos a técnica Troca Rápida de Ferramentas (TRF), uma das bases do Lean. Seu objetivo é a otimização dos recursos, podendo reduzir os estoques e atender o cliente no momento em que ele realmente necessitar. Basicamente, isso é feito ao dividir o setup em duas categorias:

Setup interno

São todas as tarefas que, para serem executadas, o equipamento deve estar parado. Com a adoção da TRF, buscamos reduzir ao máximo essas tarefas.

Setup externo

São as tarefas que podem ser realizadas enquanto o equipamento ainda está funcionando. Aplicando a TRF, o número de tarefas de setup externo tende a aumentar.

Vale ressaltar que, tanto no setup interno quanto no externo, certamente ocorrerão desperdícios, sendo necessário eliminá-los para garantir ganho de tempo proporcionado pela adoção da TRF.

Em seu trabalho de implementação de dispositivos visuais como apoio na implantação do TRF, Rech (2004) afirma que a aplicação do 5S é uma técnica introdutória, ou seja, antes de se pensar em qualquer troca rápida de ferramenta, você deve se certificar de aplicar o 5S no ambiente educacional, pois a organização e limpeza são ações básicas.

Para o desenvolvimento amplo de suas capacidades, o aluno deverá efetuar a preparação de algum tipo de máquina ao longo do processo de aprendizado, ou seja, terá de fazer setup.

Outro exemplo que podemos mencionar é o período em que o docente leva a turma à sala de aula para realizar a chamada, ou quando os alunos precisam colocar EPI’s para a realização de uma prática. Essas tarefas são comuns em um ambiente educacional e podem ser consideradas setup, sendo passíveis de melhorias.

No ambiente industrial, o setup é um desperdício que impacta na sequência de produção e no tempo de atendimento ao cliente.

No ambiente educacional, o setup se constitui como um aprendizado secundário, ou seja, contribui indiretamente para o desenvolvimento de uma competência para sua ocupação.

Além disso, em função da ocupação e das competências a serem desenvolvidas, é inviável a disponibilização de muitos recursos (máquinas e equipamentos) para a execução de atividades práticas. Logo, ter uma quantidade maior de alunos do que de recursos leva à necessidade de mais eficiência do aluno, fazendo com o que o tempo de ajustes e trocas precise ser o menor possível, a fim de aumentar o tempo de aprendizado primário.

Incrível como uma ferramenta aplicada amplamente no setor industrial poder ser também utilizada no ambiente educacional! Agora, vamos conhecer um dos pilares do Lean: o Jidoka!

JIDOKA (AUTONOMAÇÃO)

No estudo de conhecimentos acerca da melhoria de processos produtivos e organização do trabalho, é impossível não se lembrar da obra-prima de Charles Chaplin “Tempos Modernos”. Nesse filme, o personagem Carlitos é um trabalhador de uma linha de produção em uma grande indústria. Em uma das primeiras cenas do filme, ele discute com outro trabalhador, enquanto o encarregado altera a velocidade da linha, independentemente da capacidade de seus empregados de acompanharem tal velocidade.

Então surge a pergunta: o comando da velocidade da linha deveria ser responsabilidade dos trabalhadores ou do encarregado? Para o Lean, não há dúvida: esse controle deve ser dos trabalhadores da linha!

O termo Jidoka diz respeito à autonomia de um trabalhador poder parar a linha de produção no caso de alguma não conformidade, problemas de qualidade, questões de segurança ou, ainda, que esse recurso seja dotado de uma automação com inteligência humana, permitindo o controle automático de quaisquer desvios existentes no processo.

Existem várias ferramentas e técnicas para promover o Jidoka, contudo duas se destacam: Andon e Poka-Yoke. Vamos conhecê-las melhor?

ANDON

Para quem mora em grandes centros urbanos e precisa de um automóvel para se locomover, uma das maiores dificuldades é estacionar. Normalmente, recorremos a estacionamentos fechados para ter o mínimo de segurança para o veículo. É comum ver na saída sinais luminosos nas cores vermelho e laranja, por vezes sonoros também, alertando aos pedestres que um veículo está saindo ou entrando ali.

Aquele equipamento que emite esses sinais luminosos é um exemplo de Andon, termo japonês para lâmpada, que é todo dispositivo visual ou sonoro destinado a anunciar uma anomalia devido aos fatores a seguir, dentre outros:

Você consegue imaginar a aplicação de um Andon num ambiente educacional? Vamos dar uma olhada no exemplo a seguir:

Imagine que alunos do curso Técnico em Design de Móveis utilizam o Laboratório de Madeira e Mobiliário onde existe uma serra de bancada de grande porte usada para o corte de pranchas de madeira. Como a lâmina de corte fica parcialmente exposta, existe o risco de corte dos membros superiores.

Após uma seção de brainstorming sobre a adoção de melhoria para o ambiente, os docentes do setor decidiram implantar um alarme visual e sonoro no equipamento, de modo que, toda vez que fosse acionado, o docente saberia que a máquina estava em funcionamento, exigindo sua atenção.

Viu como é fácil construir um Andon num ambiente educacional? Agora, vamos ver outra técnica do Jidoka: o Poka-Yoke.

POKA-YOKE

O pen-drive é um dispositivo portátil de pequeno porte e com capacidade de armazenamento na ordem de Gigabytes. É muito comum, ao conectar os pendrives em computadores, aparelhos de DVD ou de som, recorrer a uma segunda tentativa pois, na primeira, o pendrive simplesmente não encaixa corretamente no alojamento específico. Isso se deve ao fato de que esse dispositivo de armazenamento foi feito para ser inserido em uma única posição, ou seja, sua forma é a prova de erros. O termo Poka-Yoke quer dizer em japonês “a prova de erros”. A palavra Yokeru significa “Prevenir” e Poka “erros por desatenção”. No Lean, o Poka-Yoke é empregado para detectar e parar processos assim que uma não conformidade ocorrer. Mas, como podemos implantar um Poka-Yoke num ambiente educacional? Vamos observar o exemplo:

Um aluno do curso de Aprendizagem Industrial em Panificação, durante as aulas práticas, devia confeccionar 100 pães de queijo do tipo tradicional. Por causa da indisponibilidade do forno, ele deveria assá-los de 20 em 20 unidades. Após a primeira fornada, ele detectou que havia descumprido um item do POP e que isso poderia causar uma variação no tamanho dos primeiros 20 pães de queijo. Usando tesoura, cola e papel, construiu uma caixa (poka-yoke) para proceder à separação dos itens, conforme a especificação. Além disso, mostrou o dispositivo ao docente que, impressionado, solicitou a fabricação da caixa em aço inox a um colega da Caldeiraria, a fim de usá-lo na avaliação das competências de seus alunos.

Observe que, por meio desse poka-yoke, ele evitou que o produto defeituoso chegasse ao cliente e houvesse variação no tamanho dos pães de queijo.

Vamos, agora, observar a aplicação do Lean Educacional num curso de Caldeiraria.

Imagine que uma Escola SENAI está ofertando o curso de Aprendizagem Industrial em Caldeiraria cujo plano pedagógico prevê um total de 825 horas de aulas práticas. Um dos equipamentos mais utilizados é a guilhotina hidráulica de 10 toneladas que possui alta taxa de uso. Ao verificar a situação, um docente da área cronometrou o tempo de uso da máquina e o tempo de preparação dela. Ele notou que cada aluno gastava em média 18 minutos preparando o equipamento para usá-lo durante 5 minutos. Ou seja, em uma hora, aproximadamente, 3 alunos conseguiam manusear o equipamento. Realizando uma análise aprofundada, ele detectou desperdícios relacionados à movimentação e espera. As intervenções nesse ambiente consistiram em:

Após intervenções no ambiente educacional, os resultados obtidos foram:

Note que os ganhos possibilitaram o aumento do tempo de aprendizado primário, a eliminação de desperdícios e possível redução de custos.

Nessa aula, conhecemos o Relatório A 3 usado na análise e solução de problemas. Também vimos algumas ferramentas utilizadas no Lean Educacional e como elas podem auxiliar você na obtenção de resultados, em função da necessidade da oficina e/ou do laboratório selecionado.

A seguir, vamos aprender como colocar as soluções desenvolvidas em prática, avaliando seus impactos e medindo os ganhos proporcionados. Esse período é chamado de Semana Kaizen, assunto que será abordado na próxima aula.

Não perca!