A real objeção pode ser diferente daquela inicialmente apresentada pelo cliente. Por isso, é aconselhável que sigamos as dicas a seguir:



Não supor que entendemos
a objeção.
Não supor que entendemos
a objeção.
Não darmos a impressão de fazer um processo de “inquisição policial”
com o cliente.
Uma suposição pode resultar na
má interpretação da objeção. Temos que nos assegurar de estarmos certos sobre qual seu real motivo.
Não supor que entendemos
a objeção.
Não darmos a impressão de fazer um processo de “inquisição policial”
com o cliente.
Uma suposição pode resultar na
má interpretação da objeção. Temos que nos assegurar de estarmos certos sobre qual seu real motivo.
É importante falar que faremos perguntas para obter informações e compreender melhor suas dúvidas. Assim, ele tenderá a ficar menos defensivo para responder.