Desta forma, se percebo que o outro é auditivo, vou construir um bom discurso para conversar com ele.
Se é visual, reforço o que digo com imagens, gráficos, ou outros recursos que provoquem o estímulo visual.
E, se ele é cinestésico, penso em exemplos, conto experiências, ou permito – se possível – experimentações e testes.