DISTORÇÃO
Imagine que uma pessoa passa a acreditar em algo como: “meu pai fumou a vida inteira e não teve câncer; portanto, também posso fumar”.
Ou, ainda, ao observar o fracasso de um produto lançado pelo concorrente em um mercado, passar a acreditar que “comigo será diferente”, sem avaliar efetivamente o que levou as estratégias da outra organização a não darem certo.
Tendemos a acrescentar informações pessoais baseadas em nossos valores, experiências, crenças e julgamentos.

Porém, pode ser nocivo quando nos distancia da realidade e nos faz acreditar que nossas fantasias a respeito de algo são realidades incontestáveis. Claro que o mecanismo é bastante útil quando nos ajuda a criar e inovar e a pensar de modo diferente sobre as coisas.