É comum obter essas informações por meio de dados secundários, experiências pessoais e dados passados por pessoas de nosso convívio profissional, como:
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Funcionários que vêm do concorrente;
Clientes;
Fornecedores;
Parceiros;
Associações de classe;
Revistas de negócios e outros.
Muitas vezes vale estruturar pesquisas formais com esses mesmos “atores” para refinar as informações. De qualquer forma, o monitoramento dessas forças e fraquezas deve ser contínuo.